30/07/2014

Por que Evangelho no Lar



O Departamento de Assuntos da Família convida você a implantar a “Reunião do Evangelho no Lar”, em sua casa!
A família reunida ao fazer a oração e ligação com Jesus, estará batendo à porta e, conforme disse Jesus, “batei e abrir-se-vos-á, buscai e achareis, pedi e se vos dará”, imediatamente Mensageiros do Cristo virão ao encontro do Lar, a fim de ajudar e ensinar o caminho. A criança que aprende, desde cedo, os Ensinamentos de Deus faz-se discípulo natural do Mestre e, por sua vez formará seu lar baseado na caridade e no amor.
“…Mas, quando no lar são levantadas “paredes” espirituais com substâncias sublimes, através do amor, dedicação e ligação com Jesus, isolando o lar da atmosfera miasmática da crosta, somente entram, nesse ambiente, Espíritos autorizados, mesmo assim, aqueles que o guardam, terão de “abrir a porta”.
Neste caso, o embaixador espiritual da casa de Isabel é o próprio Isidoro, o esposo desencarnado.”
Segundo Emmanuel:
Quando os Ensinamentos do Mestre vibram entre as quatro paredes de um templo doméstico:
Os pequenos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação insensata é ouvida sem revolta.
A calúnia é recebida com calma.
O erro alheio encontra compaixão.
Quando os Ensinamentos do Mestre vibram entre as quatro paredes de um templo doméstico:
Os pequenos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação insensata é ouvida sem revolta.
A calúnia é recebida com calma.
O erro alheio encontra compaixão.
A maldade não encontra brecha para insinuar-se.
André Luiz explica:
“O Lar que cultiva a prece transforma-se em fortaleza, e as entidades das sombras experimentam choques de vulto, ao contato com as vibrações luminosas deste Santuário Doméstico.”
Por isso, dizemos que, quando o Evangelho é aberto em casa, a luz se faz e as trevas batem em retirada!

O EVANGELHO NO LAR PARA AS CRIANÇAS

O lar é a nossa primeira escola; nele influenciamos os outros e somos influenciados. É o lugar onde espíritos, mergulhados no esquecimento temporário, em um corpo carnal, recebem dos pais o mapa de inclinação e conduta, o qual vai dar a formação para uma nova existência.
As crianças podem (e devem) participar do Evangelho no Lar. Podem ser usados livros didáticos infantis:
Cartilha do Bem (Meimei);
A vida Fala (Néio Lúcio);
Pai Nosso (Meimei);
Alvorada Cristã (Néio Lúcio
Os Filhos do Grande Rei (Espírito de Veneranda);
Jesus no Lar (Néio Lúcio);
Coleção Conte Mais (FERGS) e outros.

COMO FAZER O EVANGELHO NO LAR:

  • PRECE INICIAL.
  • LEITURA DO EVANGELHO.
  • COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO LIDO.
  • VIBRAÇÕES.
  • PRECE DE ENCERRAMENTO
Ao iniciarmos o Evangelho em casa estaremos iluminando também, a estes irmãos espirituais que sempre nos acompanham, por tantos motivos.
A prece lhes chama a atenção, a leitura deixa-os curiosos…
Limpeza Espiritual:
A casa que faz o Evangelho no Lar há um mês, já tem uma luz pequenina, envolta com uma cúpula brilhante. A casa que faz o Evangelho há dez anos, tem uma luz enorme, pois cada vez aumentam mais os clarões espirituais.
A leitura dos ensinamentos do Mestre, a força das vibrações feitas com Amor e a ajuda do Alto, tornam a casa um verdadeiro celeiro de Luz!
O Evangelho é o repertório da mais pura expressão da Lei de Amor que rege a vida; é o roteiro que Jesus nos ensinou e exemplificou e que nos serve de diretriz e referência para o esforço de aprimoramento moral e espiritual.
Ciente dessa realidade, é natural e conveniente que nos reunamos em família, diária ou semanalmente, para reconhecer e estudar os ensinos do Evangelho de Jesus que, enriquecido com os esclarecimentos da Doutrina Espírita, oferece-nos uma visão clara de nossa condição de Espíritos imortais e um sentido lúcido, coerente e bom para a nossa atual existência.
Fontes:
Livro : Evangelho no Lar “à luz do espiritismo”- Maria T. Compri
Editorial do Reformador nº. 2.150- Maio/2008.
Informações do site da FERGS -  fergs.org.br

14/06/2014

O bem mais precioso


Conta o folclore europeu que há muitos anos um rapaz e uma moça apaixonados resolveram se casar.
Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.
A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro.
Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.
Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo:
Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar. Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais.
Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar o bem mais precioso que eu tiver então.
O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou.
Casaram-se.
Decididos a melhorar de vida, ambos trabalharam muito e foram recompensados.
Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza e trabalhavam ainda mais.
O tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram os cônjuges uma situação estável, cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.
Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza.
Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.
Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.
Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.
Você não liga para mim! - Gritou o marido. Só pensa em você, em roupas e jóias. Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos.
A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.
Muito bem, disse ela baixinho.Quero mesmo ir embora. Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados. Ele concordou.
A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia.
Alta madrugada o marido adormeceu, exausto. Ela, então, fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.
Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido. Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho:
Querido marido, você prometeu que, se algum dia, me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento.Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso. Quero você mais do que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.
Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.
*   *   *
O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz ver as coisas de forma distorcida.
Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro.
Importante que, no dia a dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor.
 
Redação do Momento Espírita, com base no texto O bem mais precioso, do folclore do Leste europeu.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 1 e no CD Momento Espírita, v. 4,  ed. FEP.
Em 12.6.2014.