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Quem acha que perder é ser menor na vida...
Quem sempre quer vitória e perde a glória de chorar... Eu... Que já não quero mais... Ser um vencedor. Levo a vida devagar... Pra não faltar amor. A letra da música popular é de extrema beleza e profundidade. No mundo da vitória a qualquer custo, dos vencedores de berço e coisa e tal, é necessário pensar um pouco sobre tudo isso. Todos queremos vencer, é certo. A natureza nos impulsiona para as vitórias sempre, para o crescimento contínuo e inevitável. Porém, no entendimento humano da palavra vencer, e em quem julgamos serem vencedores é que está a questão fundamental. Adianta vencer profissionalmente, ter sucesso e fama, se nos falta amor? Adianta ser considerado um vencedor do esporte, na carreira, na arte, se, como pais, cônjuges, filhos, irmãos, somos verdadeiros derrotados? Vale a pena vencer a qualquer custo? Esse não seria um comportamento deveras imediatista, sem considerar a vida como um todo, incluindo sua continuidade além-túmulo? Será que vencedores são apenas aqueles que conseguem - neste país de tantas dificuldades - concluir um ensino superior? Será esse nosso único critério de vitória? A formação intelectual, as conquistas profissionais e as riquezas acumuladas? Seria certamente uma vitória muito pobre... Criar um vencedor no lar, na pessoa de um filho, não é apenas lhe dar as oportunidades da formação intelectual. Criar um vencedor é criar um homem de bem, que saiba valorizar o amor e os relacionamentos saudáveis acima de tudo. Criar um vencedor é ensiná-lo a perder, e lidar com as derrotas da vida, procurando extrair delas sempre lição preciosa de engrandecimento moral. Aparentes derrotas são preparações fundamentais para que as grandes vitórias sejam possíveis. Por isso, levar uma vida devagar, pode significar dar mais atenção à família, pode significar dar-se mais aos outros. Na vida de quem não falta amor, há sempre muitas, e inesquecíveis vitórias. * * * Venci... O mundo, a mim mesmo... A minha falta de visão clara sobre as coisas. Venci a vontade de querer mais... Troquei pela vontade se "ser" mais. Venci a inércia, a vontade de não ter vontade, e me arremessei ao mundo, de braços abertos, sem esperar nada das pessoas e nem de mim. Não sou vencedor aos olhos do mundo. Minha vitória é secreta, quieta, segura... É minha. Amo mais a cada dia, e cada dia me ama mais. Vivo um amor plenamente correspondido com a vida. Venci, sim, a mim mesmo. Minha consciência me aplaude, mas ao mesmo tempo me diz: muitas vitórias ainda te aguardam.
Redação do Momento Espírita com base em trecho da música O vencedor, de Marcelo Camelo, e em poema de autor desconhecido.
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27/08/2012
O vencedor
28/07/2012
A marcha do Espiritismo
Modos com que nós, espíritas, perturbamos a marcha do Espiritismo:
Esquecer a reforma íntima.
Desprezar os deveres profissionais.
Ausentar-se das obras de caridade.
Negar-se ao estudo.
Faltar aos compromissos sem justo motivo.
Rogar privilégios.
Escapar deliberadamente dos sofredores para não prestar-lhes pequeninos serviços.
Colocar os princípios espíritas à disposição de fachadas sociais.
Especular com a Doutrina em matéria política.
Sacrificar a família aos trabalhos da fé.
Açambarcar muitas obrigações, recusando distribuir a tarefa com os demais companheiros ou não abraçar incumbência alguma, isolando-se na preguiça.
Afligir-se pela conquista de aplausos.
Julgar-se indispensável.
Fugir ao exame imparcial e sereno das questões que concernem à clareza do Espiritismo, acima dos interesses e das pessoas.
Abdicar do raciocínio, deixando-se manobrar por movimentos ou criaturas que tentam sutilmente ensombrar a área do esclarecimento espírita com preconceitos e ilusões.
Ferir os outros com palavras agressivas ou deixar de auxiliá-los com palavras equilibradas no momento preciso.
Guardar melindres.
Olvidar o encargo natural de cooperar respeitosamente com os dirigentes das instituições doutrinárias.
Lisonjear médiuns e tarefeiros da causa espírita.
Largar aos outros responsabilidades que nos competem.
( André Luiz)
Fonte: Livro: Opinião Espírita — Lição 29.
Psicografia: Francisco C. Xavier e Waldo Vieira
22/07/2012
Presença Espírita
O espírita que entende a doutrina que aceita, ergue-se de manhã quando o dia flameja.
Ora e agradece a Deus o privilégio santo de poder trabalhar no corpo a que se acolhe.
Se ouvir mal, fala o bem. Ajusta-se ao dever cumprindo a obrigação que a vida lhe assinala.
Na rua, estende as mãos que auxilia em amparo fraterno.
Em casa, forma a paz que auxilia e constrói.
Prejudicado, esquece. Ofendido, perdoa.
Não discute, realiza. E nem pergunta, serve.
Não censura, abençoa; nem condena, restaura;
Desce para ajudar, sem tisnar-se na sombra.
Alteia-se na luz, mas apaga-se humilde, por saber-se instrumento a serviço do Pai.
Reparte do que tem, sem reclamar louvores.
Corrige levantando e educa amando sempre.
Tolera sem revolta as provocações que o ferem, transformando em bondade o fel das próprias dores.
O espírita onde está faz com que tudo brilhe, aperfeiçoa, melhora, engrandeça e progride.
De alma no entendimento harmônico e profundo, faz-se fonte de amor para os males da vida, faz-se raio de sol para as trevas do mundo.
Ora e agradece a Deus o privilégio santo de poder trabalhar no corpo a que se acolhe.
Se ouvir mal, fala o bem. Ajusta-se ao dever cumprindo a obrigação que a vida lhe assinala.
Na rua, estende as mãos que auxilia em amparo fraterno.
Em casa, forma a paz que auxilia e constrói.
Prejudicado, esquece. Ofendido, perdoa.
Não discute, realiza. E nem pergunta, serve.
Não censura, abençoa; nem condena, restaura;
Desce para ajudar, sem tisnar-se na sombra.
Alteia-se na luz, mas apaga-se humilde, por saber-se instrumento a serviço do Pai.
Reparte do que tem, sem reclamar louvores.
Corrige levantando e educa amando sempre.
Tolera sem revolta as provocações que o ferem, transformando em bondade o fel das próprias dores.
O espírita onde está faz com que tudo brilhe, aperfeiçoa, melhora, engrandeça e progride.
De alma no entendimento harmônico e profundo, faz-se fonte de amor para os males da vida, faz-se raio de sol para as trevas do mundo.
pelo Espírito Albino Teixeira - Do livro: Caminho Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier.
20/07/2012
O Sinal Espírita
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Quando a pessoa entrou no Espiritismo, é fácil verificar: basta perquirir um fichário ou escutar uma indicação. Entretanto, a fim de positivar se o Espiritismo entrou na pessoa, é indispensável que a própria criatura faça menção disso, através de manifestações evidentes. Vejamos dez das inequívocas expressões do sinal espírita na individualidade, que sempre se representa pelo designativo “mais”, nos domínios do bem: Mais serviço espontâneo e desinteressado aos semelhantes; Mais empenho no estudo; Mais noção de responsabilidade; Mais zelo na obrigação; Mais respeito pelos problemas dos outros; Mais devotamento à verdade; Mais cultivo de compaixão; Mais equilíbrio nas atitudes; Mais brandura na conversa; Mais exercício de paciência. Ser espírita de nome, perante o mundo, decerto que já significa trazer legenda honrosa e encorajadora na personalidade, mas, para que a criatura seja espírita, à frente dos Bons Espíritos, é necessário apresentar o sinal espírita da renovação interior, que, ante a Vida Maior, tem a importância que se confere na Terra às prerrogativas de um passaporte ou ao valor de uma certidão. |
pelo Espírito Albino Teixeira - Do livro: Caminho Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier. |
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