Não nos esqueçamos de que o corpo na Terra é o filtro vivo de nossa alma.
Nossos pensamentos expressar-se-ão, segundo o que sentimos, tanto quanto nossos atos serão exteriorizados conforme pensamos.
Todos os processos emocionais do coração atingem o cérebro, de onde se irradiam para o campo das manifestações e das formas.
Sensações e atitudes mais íntimas se nos mostram, invariavelmente, na vida de relação.A gula produz a deformidade física.
O orgulho estabelece a irritação sistemática.
A vaidade conduz à perturbação.
A cólera dá origem a graves desequilíbrios.
O ciúme leva ao ridículo.
A maldade se transforma em delito.
O desânimo alimenta o caruncho da inutilidade.
A ignorância faz a penúria.
A tristeza improdutiva cria moléstias fantasmas.
Os hábitos indesejáveis trazem a antipatia em torno de quantos a eles se afeiçoam.
A paixão, não raro, conduz à morte.
Cada sentimento emite raios e forças intangíveis que lhe serão característicos.
Cultivemos a bondade, a compreensão e a alegria, porquanto nelas possuímos o manancial das energias de soerguimento e elevação da alma para Deus, nosso Pai e Misericordioso Senhor.
Nem corpo inteiramente mergulhado na Terra, nem espírito integralmente absorvido na contemplação do firmamento.
A árvore produz para o mundo, sustentando a vida, de raízes imersas no solo e de copa florida a espraiar-se em pleno Céu.
Aprendamos com a natureza.
A situação ideal será sempre a do equilíbrio com a vigilância concentrada por dentro.
Por isso mesmo, há muitos séculos, já nos afirmava a profecia: - “Guardai com carinho e cuidado o coração porque realmente dele é que procedem as correntes da vida”.
pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Neste Instante, Médium: Francisco cândido Xavier
05/03/2009
05/02/2009
VALORES E MOEDAS
O dinheiro está na pauta diária dos homens.
No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
As crianças o requisitam para comprar guloseimas, sorvetes e as mil quinquilharias que povoam de sonhos e fantasias a sua infância.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro.
Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.Inventários que rolam anos pelos tribunais humanos, porque os herdeiros não desejam renunciar à mínima parcela do que afirmam lhes pertencer por direito.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem.
Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas de Deus e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas por Deus e que, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Exatamente como as aves, que para alçarem os vôos extraordinários pelo firmamento, necessitam ter ambas as asas bem equilibradas.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.
Redação do Momento Espírita com base no artigo Vem, segue-me!, publicado na Revista Reformador de dez/1997, ed. Feb.
No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
As crianças o requisitam para comprar guloseimas, sorvetes e as mil quinquilharias que povoam de sonhos e fantasias a sua infância.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro.
Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.Inventários que rolam anos pelos tribunais humanos, porque os herdeiros não desejam renunciar à mínima parcela do que afirmam lhes pertencer por direito.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem.
Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas de Deus e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas por Deus e que, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Exatamente como as aves, que para alçarem os vôos extraordinários pelo firmamento, necessitam ter ambas as asas bem equilibradas.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.
Redação do Momento Espírita com base no artigo Vem, segue-me!, publicado na Revista Reformador de dez/1997, ed. Feb.
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